Curiosamente a analogia entre a Constituição da UE e a Torre de Babel foi realizada em um dos livros que apoiaram o artigo (OST, François. Os desvios de Babel: a tradução como paradigma in Integração normativa: O direito em um contexto multicultural e multilíngue, 2013). Haha
Sobre o caráter enciclopédico do texto, poderíamos evitar o problema por via do princípio da subsidiariedade, todavia, nasce daí questionamentos sobre os limites para o que deve ser tratado de forma subsidiária - um ponto muito bom a ser levantado, por sinal! No mais, com certeza é um exercício imaginativo válido, mas como você bem pontuou quase inviável. Em algum grau era nesse lugar que queria chegar, no "quase" para quem sabe num futuro podermos chegar em um "será?"
Enfim, fico muito feliz e grato pelo seu tempo para ler e comentar!