Eduardo Felipe, Estudante de Direito
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Eduardo Felipe

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Comentários

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Eduardo Felipe, Estudante de Direito
Eduardo Felipe
Comentário · há 4 anos
Muito obrigado por todo o carinho! É animador demais receber comentários como esse desde esse momento na carreira, principalmente considerando como vai o apoio à pesquisa no Brasil.

Curiosamente a analogia entre a
Constituição da UE e a Torre de Babel foi realizada em um dos livros que apoiaram o artigo (OST, François. Os desvios de Babel: a tradução como paradigma in Integração normativa: O direito em um contexto multicultural e multilíngue, 2013). Haha

Sobre o caráter enciclopédico do texto, poderíamos evitar o problema por via do princípio da subsidiariedade, todavia, nasce daí questionamentos sobre os limites para o que deve ser tratado de forma subsidiária - um ponto muito bom a ser levantado, por sinal! No mais, com certeza é um exercício imaginativo válido, mas como você bem pontuou quase inviável. Em algum grau era nesse lugar que queria chegar, no "quase" para quem sabe num futuro podermos chegar em um "será?"

Enfim, fico muito feliz e grato pelo seu tempo para ler e comentar!
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Helder Jose Martins, Bacharel em Direito
Helder Jose Martins
Comentário · há 4 anos
Brilhante trabalho, meu caro!
Ouso até aconselhar o amigo a resguardar-se para que seu trabalho possa um dia ser usado como material para uma PÓS ou um MESTRADO.
Sem dúvida o DIREITO é um campo vastíssimo, ainda mais se formos olhar o mundo todo como alvo de pesquisa.
O "exercício" de imaginar uma Constituição Mundial é deveras interessante, porém, o bom senso nos trás de volta ao chão pela utopia da proposta. Até me permito brincar dizendo que tal "constituição" receberia um provável apelido de "torre de babel".
Num mundo divido em "esquerda e direita" (apenas como raso exemplo), já seria uma loucura chegar-se à algum consenso sobre qualquer assunto. Quando começássemos a acrescentar outros elementos como religião, costumes, direitos de família ou propriedade, do Estado, patrimônios nacionais, etc..., além de línguas oficiais, divisões geopolíticas, estruturas organizacionais civis e militares, enfim, toda a gama de assuntos que as "cartas magnas" costumam abranger, deixaria de ser "UMA" Constituição e se tornaria UMA ENCICLOPÉDIA, para conseguir colocar tudo que pertencesse à todas as nações.
Ahhh.... e nem vamos falar aqui das "possíveis emendas"..... daria OUTRO capítulo de opiniões sobre a matéria.
Meu caro, permita-me aqui esta pequena "brincadeira" ao tratar do tema. De forma alguma quero que entenda como algum tipo de crítica ou mesmo deboche com seu trabalho. Na verdade, é apenas uma forma de colaborar com o exercício que o amigo propôs com a brilhante pesquisa.
Ultimamente, tenho tomado muito pouco do meu tempo para escrever neste espaço democrático que o JusBrasil nos proporciona, mas, sem dúvida, o tema do seu trabalho me chamou à atenção, por isso entenda meu comentário como um ELOGIO DE APRECIAÇÃO para seu enorme esforço. aliás, irretocável.
Tomara todos os estudantes de Direito tivessem esse arrojo e empenho de pesquisa.
PARABÉNS!!!
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